Pode impactar positivamente em: #17
Na WebIWG nosso papel tende a ser mais trabalho de base, isto é, nós fazemos o que todo mundo precisa, mas ninguém conseguiria fazer sozinho. Nosso principal foco tem sido traduções para português, bem como todo processo envolvido para otimizar isso.
Nós podemos tentar ir além: mesmo tendo pessoas na equipe que sabem desenvolver softwares que são necessários pra otimizar nosso trabalho, em vez de criar o software e pronto, podemos fazer todo levantamento de requisitos e projeto de software para então deixar a ideia em aberto para outros colaboradores.
Para pequenos projetos, ou projetos que realmente precisamos, mesmo que não tenhamos ajuda externa, eu mesmo no futuro posso arranjar tempo livre e fazer MVP.
Motivação
Eu sou full stack developer. Não o full stack que é frontend + backend, mas sim o full stack developer "da velha guarda". Eu amo fazer código, fazer software. Ao contrário do que a maioria das pessoas desenvolvedoras que começam a ficar muito boas com programação, um software que é bem escrito não garante sucesso de produto ou serviço. E é nesse ponto que é comum pessoas desistirem de seguir em frente ao falharem.
Nosso grupo não é uma startup. Não tem fins lucrativos. Ainda assim existem milhares de pessoas que são boas em fazer software, mas já se decepcionaram quando fizeram algo que era diferente de liberar código de algo que usaram em seus trabalhos e foram pagas pra isso. E é nesse ponto que podemos fazer um hacking de crescimento: nos poderíamos criar um ambiente onde fizéssemos pequenas propostas de software em que o retorno em investimento de tempo de voluntários seja decente, sem considerar apenas o aprendizado de software, mas sim ter impacto maior do que se desenvolvedor fosse atuar sozinho.
Possíveis pontos-chave
- Foco em pequenas ferramentas (ideal: algo que uma pequena equipe em um hackaton possa fazer)
- Permitir, ou melhor, explicitamente autorizar, das ideias serem implementadas por terceiros (por exemplo, parte de uma ideia ser usada em um hackaton por desconhecidos; se eles tiverem interesse, poderiam doar parte do código para nós depois)
- As propostas devem resolver problemas reais, serem validadas por múltiplas pessoas
- Isto NÃO é trabalho remunerado, aka freelancer; aceitar desenvolver proposta não gera qualquer vínculo empregatício, se alguém tem interesse nisso, vá procurar uma bolsa de estudos ou uma empresa formal
- Pessoas envolvidas são livres para procurar financiamento de alguma forma, como doação de tempo livre de um empregador ou tempo de dedicação de bolsa de estudo; financiamento coletivo voluntário; editais de governo ou empresas privadas de fomento a desenvolvimento de software.
- Ainda que a ideia possa ser livre, pode haver restrição quanto ao uso de marca do grupo WebIWG; principalmente nome do software e ao justificar pedido de apoio financeiro
Pode impactar positivamente em: #17
Na WebIWG nosso papel tende a ser mais trabalho de base, isto é, nós fazemos o que todo mundo precisa, mas ninguém conseguiria fazer sozinho. Nosso principal foco tem sido traduções para português, bem como todo processo envolvido para otimizar isso.
Nós podemos tentar ir além: mesmo tendo pessoas na equipe que sabem desenvolver softwares que são necessários pra otimizar nosso trabalho, em vez de criar o software e pronto, podemos fazer todo levantamento de requisitos e projeto de software para então deixar a ideia em aberto para outros colaboradores.
Para pequenos projetos, ou projetos que realmente precisamos, mesmo que não tenhamos ajuda externa, eu mesmo no futuro posso arranjar tempo livre e fazer MVP.
Motivação
Eu sou full stack developer. Não o full stack que é frontend + backend, mas sim o full stack developer "da velha guarda". Eu amo fazer código, fazer software. Ao contrário do que a maioria das pessoas desenvolvedoras que começam a ficar muito boas com programação, um software que é bem escrito não garante sucesso de produto ou serviço. E é nesse ponto que é comum pessoas desistirem de seguir em frente ao falharem.
Nosso grupo não é uma startup. Não tem fins lucrativos. Ainda assim existem milhares de pessoas que são boas em fazer software, mas já se decepcionaram quando fizeram algo que era diferente de liberar código de algo que usaram em seus trabalhos e foram pagas pra isso. E é nesse ponto que podemos fazer um hacking de crescimento: nos poderíamos criar um ambiente onde fizéssemos pequenas propostas de software em que o retorno em investimento de tempo de voluntários seja decente, sem considerar apenas o aprendizado de software, mas sim ter impacto maior do que se desenvolvedor fosse atuar sozinho.
Possíveis pontos-chave